Novo Congresso terá ao menos 30 parlamentares com atuação na saúde
Financiamento do SUS, regulação dos planos, saúde digital e produção nacional estão entre as pautas; frentes de câncer e saúde suplementar perdem coordenadores.

O primeiro turno de 4 de outubro definiu um Congresso com ao menos 30 parlamentares eleitos com histórico de atuação em saúde, entre ex-ministros, ex-secretários, médicos e outros profissionais da área.[1]
Quais temas devem dominar a agenda?
Financiamento e organização do SUS, regulação dos planos de saúde, valorização dos profissionais, incorporação de tecnologias e acesso a medicamentos.[1] Também aparecem saúde digital, produção nacional de insumos, oncologia, doenças raras e autismo.[1]
Quem volta e quem sai?
O senador Humberto Costa (PT-PE), ex-ministro da Saúde, foi reeleito, assim como os deputados Giovani Cherini (PL-RS), presidente da Comissão de Saúde, e Jorge Solla (PT-BA).[1] Deixam a Câmara Silvia Cristina (PP-RO), Dr. Zacharias Calil (MDB-GO), Rodrigo Valadares (União-SE) e Duarte Jr. (Avante-MA), que lideravam frentes de câncer, saúde e saúde suplementar.[1]
| Parlamentar | Situação | Atuação |
|---|---|---|
| Humberto Costa (PT-PE) | reeleito senador[1] | ex-ministro da Saúde[1] |
| Giovani Cherini (PL-RS) | reeleito[1] | presidente da Comissão de Saúde[1] |
| Jorge Solla (PT-BA) | reeleito[1] | ex-secretário de Saúde da Bahia[1] |
| Dr. Zacharias Calil (MDB-GO) | não reeleito[1] | Frente Parlamentar Mista da Saúde[1] |
| Silvia Cristina (PP-RO) | não reeleita[1] | frentes de câncer e doenças cardiovasculares[1] |
O que separa promessa de entrega?
A capacidade de implementar. Análise publicada no JOTA aponta que reduzir filas exige conhecer a demanda, regular o acesso e coordenar serviços no território, e não só ampliar consultas.[2] Muitas propostas de campanha convergem no diagnóstico, mas divergem em financiamento, regionalização e governança.[2]
Em resumo
- Ao menos 30 parlamentares eleitos têm atuação ligada à saúde.[1]
- Humberto Costa, Giovani Cherini e Jorge Solla foram reeleitos.[1]
- Coordenadores de frentes de câncer e saúde suplementar deixam a Câmara.[1]
- Financiamento do SUS e regulação dos planos lideram a pauta.[1]
Atualizado em 15 de outubro de 2026.
Fontes
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