Brasil seleciona 140 insumos farmacêuticos prioritários para produzir no país
Ministério da Saúde, Opas e Abiquifi refinam a lista para 50 insumos iniciais, com foco em antibióticos, antivirais e oncológicos de produção concentrada.

O Ministério da Saúde chegou a uma lista preliminar de cerca de 140 insumos farmacêuticos ativos (IFAs) prioritários para o Brasil, que será reduzida a 50 para orientar investimentos em produção nacional.[1]
Como a lista foi montada?
O trabalho começou em abril com a Opas e associações do setor. A Abiquifi mapeou com a consultoria Clarivate 1.500 moléculas relevantes para o mercado brasileiro, e dez departamentos do ministério chegaram aos 140 itens em 29 de setembro.[1]
| Etapa | Número |
|---|---|
| Moléculas mapeadas | 1.500[1] |
| Lista preliminar | cerca de 140[1] |
| Seleção inicial pretendida | 50[1] |
| Fim do projeto | abril de 2027[1] |
Que critérios definem a prioridade?
Relevância terapêutica, alinhamento à Rename e ao SUS, risco de desabastecimento, demanda, patentes, número de fabricantes, viabilidade técnica e capacidade nacional.[1] Antibióticos, antivirais e oncológicos se destacam por terem produção mundial concentrada em poucos países.[1]
Quais são os próximos passos?
Concluir a priorização até o fim de outubro e discutir a lista com a indústria e instituições de pesquisa para identificar onde a produção local pode ser competitiva.[1] Depois, o ministério deve definir os incentivos para os insumos estratégicos.[1]
Em resumo
- O Ministério da Saúde tem lista preliminar de cerca de 140 IFAs prioritários.[1]
- A meta é chegar a uma seleção inicial de 50 insumos.[1]
- Antibióticos, antivirais e oncológicos estão entre as prioridades.[1]
- O projeto com a Opas e a Abiquifi vai até abril de 2027.[1]
Atualizado em 7 de outubro de 2026.
Fontes
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