AstraZeneca nomeia Filippo Fontana para comandar a operação no Brasil
O executivo, há nove anos na companhia e vindo da presidência na Áustria, chega com a missão de ampliar acesso e apoiar R$ 400 milhões em pesquisa clínica.

A AstraZeneca anunciou Filippo Fontana como presidente da operação no Brasil. Há nove anos na farmacêutica, ele comandava a subsidiária na Áustria.[1][2]
Quem é o novo presidente?
Fontana está há nove anos na AstraZeneca e presidia a operação austríaca, onde liderou lançamentos de medicamentos para a atenção primária e especializada.[1] No Brasil, responde pelo crescimento das áreas terapêuticas e pelas parcerias com instituições do setor.[1]
| Item | Dado |
|---|---|
| Presença no país | mais de 25 anos[1] |
| Funcionários | cerca de 1.500[1] |
| Medicamentos disponíveis | cerca de 50[1] |
| Pacientes atendidos em 2025 | mais de 3 milhões[1] |
| Investimento em estudos clínicos em 2026 | R$ 400 milhões[1] |
Quais são as prioridades?
Ampliar o acesso a medicamentos e apoiar a expansão de pesquisa e desenvolvimento no país, onde a empresa investe R$ 400 milhões em estudos clínicos em 2026.[1] Oncologia, doenças raras e biofarmacêutica estão entre os focos globais da companhia.[2]
Que outras mudanças a empresa fez?
Em setembro, a AstraZeneca contratou Leandro Fonseca, ex-presidente da ANS, como diretor de Corporate Affairs no Brasil.[3] A movimentação reforça a área de relações institucionais num momento de debate sobre acesso e incorporação de tecnologias.[3]
Em resumo
- Filippo Fontana é o novo presidente da AstraZeneca no Brasil.[1]
- Ele está há nove anos na empresa e presidia a operação na Áustria.[1]
- A companhia investe R$ 400 milhões em estudos clínicos no país em 2026.[1]
- O ex-presidente da ANS Leandro Fonseca assumiu Corporate Affairs em setembro.[3]
Atualizado em 16 de outubro de 2026.
Fontes
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