Fleury compra a Unilab e quer manter ritmo de três aquisições por ano
O grupo de medicina diagnóstica pagou R$ 55 milhões pelo laboratório e vê nas dificuldades de concorrentes espaço para ganhar pacientes.

O Grupo Fleury comprou o laboratório Unilab por R$ 55 milhões e planeja manter um ritmo médio de três aquisições por ano, com cheques em torno de R$ 50 milhões.[1][2]
Qual é a estratégia de aquisições do Fleury?
O grupo fez 23 aquisições desde 2017, com R$ 2,5 bilhões investidos.[1] A Unilab foi a mais recente; antes, a Femme foi comprada em novembro de 2025 por R$ 207 milhões, e sua integração estava em fase final, com novos sistemas implantados no início de outubro.[1]
| Item | Número |
|---|---|
| Compra da Unilab | R$ 55 milhões[2] |
| Compra da Femme (nov. 2025) | R$ 207 milhões[1] |
| Aquisições desde 2017 | 23, com R$ 2,5 bilhões[1] |
| Cheque médio buscado | Cerca de R$ 50 milhões[1] |
| Investimento orgânico em 2027 | Perto de 5% da receita[1] |
Onde o grupo vai investir?
Os investimentos orgânicos devem ficar perto de 5% da receita em 2027, concentrados na rede a+ em São Paulo, na unidade Felipe Mattoso no Rio de Janeiro e nas operações de Minas Gerais.[1]
Como a concorrência abre espaço?
A Exame relata que o Fleury vê oportunidade nas dificuldades de rivais.[1] A Dasa, por exemplo, reduziu suas unidades de 870 em junho de 2024 para 833 em junho de 2026, como parte de uma estratégia de desinvestimentos e de foco em medicina diagnóstica no Brasil.[1]
Em resumo
- O Fleury comprou a Unilab por R$ 55 milhões.[2]
- O grupo quer manter três aquisições por ano, com cheques de cerca de R$ 50 milhões.[1]
- Desde 2017, foram 23 aquisições e R$ 2,5 bilhões investidos.[1]
- A Dasa reduziu sua rede de 870 para 833 unidades em dois anos.[1]
Atualizado em 19 de outubro de 2026.
Fontes
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