IFC, do Banco Mundial, investe US$ 30 milhões no dr.consulta
O aporte de cerca de R$ 155 milhões financia a expansão da rede de centros médicos para outras regiões do país e a meta de atender 10 milhões de pessoas até 2030.

A IFC, braço do Banco Mundial para o setor privado, investiu US$ 30 milhões, cerca de R$ 155 milhões, no dr.consulta, rede de centros médicos de São Paulo e do Rio de Janeiro.[1][2]
Como foi o investimento?
A operação foi a compra de uma participação minoritária, sem divulgação do percentual.[2] Os recursos vão financiar a expansão geográfica, o fortalecimento da plataforma tecnológica e a ampliação da capacidade de atendimento.[2][3]
Quanto a rede vai crescer?
O dr.consulta tem 32 unidades e quer chegar a 80, entrando em outras regiões do país.[3] A meta é atender 10 milhões de brasileiros até 2030.[3] No início de 2026, a empresa já havia anunciado R$ 40 milhões para abrir cinco unidades no Rio de Janeiro.[2]
| Item | Número |
|---|---|
| Aporte da IFC | US$ 30 milhões (cerca de R$ 155 milhões)[1] |
| Unidades atuais | 32[3] |
| Meta de unidades | 80[3] |
| Meta de atendimento até 2030 | 10 milhões de pessoas[3] |
Por que o modelo atrai investidores?
A rede oferece consultas e exames a preços acessíveis para quem não tem plano de saúde ou tem cobertura limitada, um público grande no Brasil. A entrada de um investidor ligado ao Banco Mundial também sinaliza interesse em modelos que ampliam o acesso à saúde.
Em resumo
- A IFC investiu US$ 30 milhões, cerca de R$ 155 milhões, no dr.consulta.[1]
- A operação foi a compra de participação minoritária.[2]
- A rede quer passar de 32 para 80 unidades.[3]
- A meta é atender 10 milhões de pessoas até 2030.[3]
Atualizado em 24 de setembro de 2026.
Fontes
- Valor Econômico — IFC, do Banco Mundial, faz aporte de R$ 155 milhões na Dr.consulta, 24 set. 2026.
- Exame — Dr.consulta vende participação por R$ 155 milhões e promete nova fase de expansão no Brasil, 24 set. 2026.
- Futuro da Saúde — dr.consulta recebe US$ 30 milhões da IFC, do Grupo Banco Mundial, para investir em expansão, 24 set. 2026.
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