São Cristóvão Saúde cria área de viabilidade para tirar o “achismo” das decisões
O grupo paulistano passou a analisar cada projeto sob ótica financeira, técnica e assistencial antes da decisão final, e só então ordena as propostas numa tabela de prioridades.

O Grupo São Cristóvão Saúde, de São Paulo, estruturou um departamento de viabilidade técnica e econômica que analisa cada projeto antes da decisão final, reunindo desde o início as áreas que serão afetadas.[1]
Como funciona o novo processo de decisão?
Cada proposta passa por análise conjunta de aspectos financeiros, técnicos e assistenciais antes de chegar à diretoria.[1] Depois das análises, os projetos entram em uma tabela de prioridades.[1] O presidente e CEO, Valdir Pereira Ventura, diz que o objetivo é pôr informação técnica e econômica à frente do “achismo”.[1]
| Etapa | O que acontece |
|---|---|
| 1. Reunião das áreas | Setores envolvidos no projeto participam desde o início[1] |
| 2. Análise conjunta | Viabilidade financeira, técnica e assistencial[1] |
| 3. Priorização | Propostas entram em uma tabela de prioridades[1] |
Por que equilibrar o financeiro e o assistencial?
Porque uma decisão financeiramente coerente pode não ser a melhor para o paciente, e o contrário também vale.[1] Para Ventura, o modelo reduz decisões isoladas e aproxima a estratégia da realidade operacional da instituição.[1]
Quem conduz essa mudança?
Ventura preside o grupo, que tem 114 anos, e também a Santa Casa de Francisco Morato, além de cargos na ACSP, na FBAH e na Fehosp.[1] Ele atribui os resultados ao trabalho das equipes e foi reconhecido na categoria Gestão e Eficiência do prêmio 100 Mais Influentes da Saúde 2026.[1]
Em resumo
- O São Cristóvão Saúde criou um departamento de viabilidade técnica e econômica.[1]
- Projetos são analisados sob critérios financeiros, técnicos e assistenciais.[1]
- As propostas aprovadas entram em uma tabela de prioridades.[1]
- O grupo tem 114 anos e é presidido por Valdir Pereira Ventura.[1]
Atualizado em 24 de setembro de 2026.



