Moinhos de Vento amplia em 245% central de esterilização e processa 300 bandejas por turno
A nova central de material e esterilização do hospital gaúcho integra o projeto de R$ 210 milhões do Hospital do Coração e reduz a dependência de serviços terceirizados.

O Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, consolidou uma nova central de material e esterilização (CME 4.0) com área operacional 245% maior, capaz de processar até 300 bandejas cirúrgicas por turno de oito horas.[1]
O que mudou na central de esterilização?
A CME deixou de ser um setor de apoio para virar infraestrutura crítica da expansão cirúrgica. Ela integra o Hospital do Coração, no Bloco 12, projeto que recebeu mais de R$ 210 milhões.[1] O fluxo é 100% unidirecional para evitar contaminação cruzada, e pressão, temperatura e umidade são monitoradas continuamente por sistema de automação predial.[1]
| Indicador | Número |
|---|---|
| Ampliação da área operacional | 245%[1] |
| Capacidade | até 300 bandejas por turno de 8 horas[1] |
| Esterilização a baixa temperatura | ciclos de 16 minutos[1] |
| Lavadoras automatizadas | uma carga a cada 12 minutos[1] |
| Economia de água | até 99% em ciclos específicos[1] |
| Investimento no Bloco 12 | mais de R$ 210 milhões[1] |
Como a central ganhou produtividade?
Com automação e registro eletrônico em todas as etapas. Desenvolvida com a STERIS, a central tem esterilização a baixa temperatura homologada para robôs cirúrgicos Da Vinci, com ciclos de 16 minutos e liberação biológica em cinco minutos.[1] Documentação e relatórios automáticos eliminam checagens manuais e garantem rastreabilidade da limpeza ao armazenamento.[1]
Por que isso importa para a gestão do hospital?
Porque a capacidade de reprocessar materiais limita quantas cirurgias complexas o hospital consegue fazer. Segundo a instituição, a nova escala dá previsibilidade, reduz variabilidade e diminui a dependência de serviços terceirizados.[1] O projeto também reutiliza água e reduz insumos químicos agressivos.[1]
Em resumo
- A nova CME do Moinhos de Vento tem área operacional 245% maior.[1]
- A central processa até 300 bandejas por turno de oito horas.[1]
- Ela integra o Bloco 12, projeto de mais de R$ 210 milhões.[1]
- Tecnologias adotadas reduzem em até 99% o consumo de água em ciclos específicos.[1]
Atualizado em 22 de setembro de 2026.



