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Moinhos de Vento amplia em 245% central de esterilização e processa 300 bandejas por turno

A nova central de material e esterilização do hospital gaúcho integra o projeto de R$ 210 milhões do Hospital do Coração e reduz a dependência de serviços terceirizados.

Moinhos de Vento amplia em 245% central de esterilização e processa 300 bandejas por turno
Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre · Foto: Gabriel Dimas Enriconi, via Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, consolidou uma nova central de material e esterilização (CME 4.0) com área operacional 245% maior, capaz de processar até 300 bandejas cirúrgicas por turno de oito horas.[1]

O que mudou na central de esterilização?

A CME deixou de ser um setor de apoio para virar infraestrutura crítica da expansão cirúrgica. Ela integra o Hospital do Coração, no Bloco 12, projeto que recebeu mais de R$ 210 milhões.[1] O fluxo é 100% unidirecional para evitar contaminação cruzada, e pressão, temperatura e umidade são monitoradas continuamente por sistema de automação predial.[1]

CME 4.0 do Hospital Moinhos de Vento
IndicadorNúmero
Ampliação da área operacional245%[1]
Capacidadeaté 300 bandejas por turno de 8 horas[1]
Esterilização a baixa temperaturaciclos de 16 minutos[1]
Lavadoras automatizadasuma carga a cada 12 minutos[1]
Economia de águaaté 99% em ciclos específicos[1]
Investimento no Bloco 12mais de R$ 210 milhões[1]

Como a central ganhou produtividade?

Com automação e registro eletrônico em todas as etapas. Desenvolvida com a STERIS, a central tem esterilização a baixa temperatura homologada para robôs cirúrgicos Da Vinci, com ciclos de 16 minutos e liberação biológica em cinco minutos.[1] Documentação e relatórios automáticos eliminam checagens manuais e garantem rastreabilidade da limpeza ao armazenamento.[1]

Por que isso importa para a gestão do hospital?

Porque a capacidade de reprocessar materiais limita quantas cirurgias complexas o hospital consegue fazer. Segundo a instituição, a nova escala dá previsibilidade, reduz variabilidade e diminui a dependência de serviços terceirizados.[1] O projeto também reutiliza água e reduz insumos químicos agressivos.[1]

Em resumo

  • A nova CME do Moinhos de Vento tem área operacional 245% maior.[1]
  • A central processa até 300 bandejas por turno de oito horas.[1]
  • Ela integra o Bloco 12, projeto de mais de R$ 210 milhões.[1]
  • Tecnologias adotadas reduzem em até 99% o consumo de água em ciclos específicos.[1]

Atualizado em 22 de setembro de 2026.

Fontes

  1. Healthcare Management — Mohamed Parrini apoia renovação digital com integração de dados, 22 set. 2026.
Carolina Teixeira
Carolina Teixeira
Repórter de Gestão & Operações

Cobre eficiência, custos, governança e infraestrutura de hospitais e operadoras. Antes, trabalhou em consultoria de gestão hospitalar.

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