Hcor investe R$ 4,4 milhões em climatização para economizar R$ 1,4 milhão ao ano
O hospital paulistano trocou o chiller, adotou automação predial e LED e já reduziu em cerca de 10% o consumo de água, em projeto apoiado por programa da Enel.

A eficiência energética virou parte da estratégia do Hcor: o hospital investe R$ 4,4 milhões na modernização da climatização, com economia prevista de cerca de R$ 1,4 milhão por ano e redução de 3.043,19 MWh no consumo.[1]
O que prevê o projeto de climatização?
O projeto substitui um chiller por tecnologia mais eficiente e foi viabilizado por chamada pública do Programa de Eficiência Energética operado pela Enel.[1] Além da economia, a troca amplia o controle de temperatura e de qualidade do ar, fatores ligados à segurança do paciente.[1]
| Item | Número |
|---|---|
| Investimento | R$ 4,4 milhões[1] |
| Economia anual prevista | cerca de R$ 1,4 milhão[1] |
| Redução de consumo | 3.043,19 MWh por ano[1] |
| Consumo de água | cerca de 10% menor[1] |
Que outras medidas fazem parte da estratégia?
A lista inclui automação predial com BMS, troca de iluminação por LED, modernização de ventilação, aquecimento de água com substituição gradual de fontes fósseis por soluções elétricas e monitoramento dos principais consumos em tempo real.[1] O hospital, fundado pela Associação Beneficente Síria e com cinco unidades, registra redução aproximada de 10% no consumo de água.[1]
Como a gestão de utilidades é organizada?
Com indicadores e rotinas que aproximam engenharia, operação, gestão ambiental, assistência e alta liderança.[1] Segundo Walmor Brambilla, superintendente de Infraestrutura e Logística, a mudança cultural, com treinamentos e um squad de ESG multidisciplinar, foi tratada como condição para consolidar a estratégia.[1] O desafio próprio do hospital é intervir na infraestrutura sem interromper uma operação que funciona 24 horas.[1]
Em resumo
- O Hcor investe R$ 4,4 milhões para modernizar a climatização.[1]
- A economia prevista é de cerca de R$ 1,4 milhão e 3.043,19 MWh por ano.[1]
- O consumo de água já caiu cerca de 10%.[1]
- O projeto foi viabilizado pelo Programa de Eficiência Energética operado pela Enel.[1]
Atualizado em 29 de setembro de 2026.



