Indústria propõe à ANS portabilidade do cuidado preventivo entre operadoras
Empresas pagam a maior parte dos planos e querem que o histórico de prevenção acompanhe o trabalhador quando ele muda de operadora.

A indústria, que financia boa parte dos planos de saúde do país, discute com a ANS a portabilidade do cuidado: permitir que o histórico de ações preventivas acompanhe o beneficiário quando ele troca de operadora.[1]
O que é a proposta?
Uma linha de vida de eventos de prevenção que siga o trabalhador entre operadoras, com incentivos para dar continuidade ao acompanhamento.[1] Segundo Emmanuel Lacerda, superintendente de Saúde e Segurança na Indústria do SESI, a ideia quebra o argumento de que a operadora não investe em prevenção porque o beneficiário sai em dois anos.[1]
| Indicador | Dado |
|---|---|
| Beneficiários com plano empresarial | cerca de 70%[1] |
| Carteiras em pós-pagamento | 8%[1] |
| Segundo estudo sobre alto custo | previsto para abril de 2027[1] |
Que outras frentes a indústria discute?
Um mecanismo complementar de financiamento de medicamentos de alto custo e formas de ampliar prevenção e acesso a tratamentos de obesidade.[1] Saúde mental aparece como prioridade das empresas consultadas.[1]
O que falta dentro das empresas?
Integrar saúde ocupacional e benefícios, que muitas vezes ficam em áreas separadas, e medir retorno para os conselhos.[1] Lacerda observa que só 8% das carteiras de contratos são de pós-pagamento, modelo em que a empresa assume o risco e tem mais incentivo para cuidar.[1]
Em resumo
- A indústria propõe à ANS a portabilidade do cuidado preventivo.[1]
- Cerca de 70% dos beneficiários de planos têm cobertura empresarial.[1]
- Só 8% das carteiras de contratos são de pós-pagamento.[1]
- Saúde mental e obesidade estão entre as prioridades das empresas.[1]
Atualizado em 5 de outubro de 2026.
Fontes
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